08 dicas para você tornar um Palestrante ou Instrutor de treinamentos !!!!

Posso afirmar que um dos maiores medos das pessoas é o de falar em público. Mas, qual o reflexo desse medo? São muitos, podendo ocasionar problemas profissionais, prejudicando a carreira e também os de relacionamento pessoal. Mas é possível utilizar esse medo como estímulo para enfrentar desafios.

Você sabe o que é Glossofobia ?

é o nome técnico mais apropriado desse medo, mas há outras formas sob as quais ele é reconhecido: ansiedade, fobia social e pânico. Suas reações mais comuns são: fugir da situação, arranjar uma desculpa, ficar doente só para não falar, ainda mais quando for diante de um público imenso, com palco, microfone, iluminação adequada, câmaras de vídeo, holofotes.... Há gente que não fala em público de jeito nenhum, nem sequer na festa de aniversário com pessoas da própria família!

 

A Noslidam Palestras Treinamentos tem a ferramenta correta para este pequeno problema.

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Tire suas duvidas

 

O que são metodologias ágeis e quais são as principais?

 

Como ter uma vantagem competitiva no mercado e criar soluções que atendam às necessidades do público, que estão sempre em rápida evolução? No setor de tecnologia, parte da resposta está no processo de desenvolvimento. Para haver soluções ágeis, são necessárias metodologias ágeis por trás delas.

Você provavelmente já ouviu falar sobre elas. Talvez tenha lido nomes como Kanban, Scrum e Lean pela internet. Mas do que isso se trata, de fato?

Não é preciso complicar o assunto. Vamos apresentar o básico das metodologias ágeis para mostrar as vantagens delas, alguns exemplos de métodos e até como aplicar na sua empresa. Acompanhe!

 

O que são metodologias ágeis?

 

O conceito de metodologias ágeis se consolidou nos anos 1990, dentro da área de desenvolvimento de software, como forma de atualizar a gestão de projetos à dinâmica das soluções tecnológicas.

 

O processo de desenvolvimento baseado em etapas em cascata (planejamento, design, construção, teste e entrega) pode ser ótimo para calçados e carros, mas não tanto para a criação de aplicativos, por exemplo. As metodologias tradicionais ou clássicas são mais adequadas para quando se sabe o que fazer e como fazer. Já as metodologias ágeis são indicadas a projetos inovadores, como os de tecnologia, em que se “o caminho se faz ao caminhar”. Nestas, o prazo para entregar o projeto é a única certeza.

Em resumo, as metodologias ágeis dividem o desenvolvimento de produtos em ciclos que vão incrementando funções à solução. Esses ciclos são curtos, durando entre uma e quatro semanas, o que acelera as entregas, os testes e as validações com clientes ou público final.

Cada período desses é chamado iteração ou sprint. Neles, equipes interdisciplinares trabalham em simultâneo, cada qual em suas tarefas. A comunicação entre os profissionais, portanto, deve ser contínua e transparente, mantendo todos informados sobre o status de cada etapa.

Na prática, isso permite colocar produtos no mercado com maior rapidez, menos erros e maior alinhamento com as necessidades de cada momento. Também reduz a necessidade de planejamentos distantes, que podem tornar-se desnecessários com mudanças no projeto, e dá maior poder de adaptação à equipe.

 

Vantagens de usar uma metodologia ágil em projetos

 

Soluções que levariam meses ou anos para serem desenvolvidas podem ser aceleradas para ficarem prontas em semanas.

Vamos usar o cenário de transformação rápida da pandemia como exemplo. No início do distanciamento social em 2020, restaurantes e lanchonetes precisaram migrar para o sistema de entrega. Mas havia um problema nisso: os aplicativos mais famosos do mercado cobram taxas de até 30% sobre o valor pedido.

Aí entra a Zygo com o Delivery do Bem. Com uma solução mínima viável, no fim de março de 2020 o produto já estava no ar, sem cobrança de taxas e atendendo à necessidade dos negócios locais. Isso reflete uma das lições das metodologias ágeis: é melhor ter uma ferramenta mais simples, mas que funciona no contexto em que é apresentada, do que aguardar por uma solução mais complexa que chega atrasada ao mercado.

 

Então, podemos condensar as vantagens das metodologias ágeis da seguinte forma:

 

  • Desenvolvimento de produto mais rápido. Com isso, o retorno também é antecipado.
  • Maior satisfação. No caso de clientes, como eles participam mais ativamente do processo, na apresentação do resultado de cada sprint, quaisquer desvios no projeto são corrigidos ainda cedo. As entregas, assim, são mais alinhadas às expectativas e necessidades que surjam no decorrer do desenvolvimento.
  • Maior validação. Em vez de um grande teste ao final, são feitos vários testes ao longo de todo o projeto. Para o usuário final, significa chegar a uma experiência desejada mais rapidamente.
  • Aumento de foco. Ao dividir o projeto em blocos, fica mais fácil visualizar os objetivos de cada momento. Isso tem um impacto positivo também na qualidade de cada entrega.
  • Reduz retrabalho. Mais testes e alinhamento constante economizam o precioso tempo da equipe, evitando que ela siga por meses em uma direção errada.

 

Exemplos de metodologias ágeis

 

Kanban

 

Kanban é o jeito mais fácil de aplicar uma metodologia ágil na sua empresa, mesmo que esteja longe de desenvolver aplicativos ou softwares.

Este método é extremamente simples e visual. Nele, as atividades de um projeto são organizadas em três colunas:

  • para fazer
  • fazendo
  • feitas

Elas podem ser dispostas em papéis coloridos em uma parede ou estruturadas virtualmente em uma ferramenta como o Trello. O importante é manter atualizada a evolução de cada tarefa.

 

Scrum

 

Scrum é a metodologia ágil mais famosa e pode ser usada em combinação com outras desta lista.

Por meio dela, são definidas três funções essenciais em um projeto:

  • Product owner (“dono de produto”) atua como um representante do cliente ou do usuário final, com a tarefa de garantir que todas as funcionalidades do produto sejam entregues em ordem de prioridade e de acordo com os requisitos necessários. É um gestor.
  • Scrum master é um facilitador da equipe, mantendo os demais focados e seguindo as práticas de Scrum.
  • Scrum team (time de scrum) são os desenvolvedores que vão construir, iteração a iteração, cada uma das funcionalidades desejadas no produto.

Na metodologia Scrum, são feitas reuniões diárias de atualização das etapas com o que foi feito desde a última reunião e o que se pretende produzir em seguida. Isso permite fazer ajustes no processo para a conclusão de cada sprint, que dura até 30 dias.

 

eXtreme Programming (XP), ou programação extrema

 

O método ágil XP, assim como os demais, baseia-se na divisão do projeto em fases curtas e priorização de funcionalidades que serão entregues em cada fase.

No entanto, algumas características dele se destacam. A primeira delas é a simplicidade: fazer o que o cliente ou usuário final deseja como solução, sem inventar além do necessário.

A segunda é o maior envolvimento do usuário. Por meio de depoimentos ou histórias, coletam-se as funcionalidades esperadas. Por exemplo, ao criar um aplicativo de exercícios, pode-se entrevistar alguns representantes do público-alvo para descobrir os hábitos deles e como uma solução digital seria útil na rotina.

A partir disso, são definidas as prioridades de cada iteração, para então serem validadas por esses usuários.

Por fim, outra característica marcante do XP é a programação em pares. Dois programadores trabalham juntos, um como “motorista” e outro como “navegador”, revezando-se. A ideia é que um revise, questione e apoie o outro em tempo real, poupando tempo de desenvolvimento e contribuindo para a maior qualidade nas entregas. 

 

Feature-Driven Development (FDD)

 

Esta metodologia pode ser traduzida como “desenvolvimento orientado pelas funcionalidades”. Isto é, no método FDD, as novas funcionalidades são trabalhadas de forma incremental e por ciclos de construção. Estes não devem durar mais que duas semanas.

Primeiro começa-se com uma visão geral do negócio ou do problema que precisa ser resolvido com o projeto. Então, é feita uma lista com as funções necessárias que o produto deve ter, em ordem de prioridade. Isso dura entre uma e duas semanas.

A parte seguinte refere-se a design e construção. Se alguma das funções for complexa demais para o prazo de duas semanas, ela deve ser dividida em partes menores.

Ao fim de cada ciclo, são feitos testes e inspeções no código da funcionalidade desenvolvida, antes de se passar para a próxima na lista.

 

Lean startup, ou startup enxuta

 

A metodologia Lean ajudou a popularizar o conceito de produto mínimo viável. Ou seja, “a versão de um novo produto que permite coletar o máximo de validação sobre os consumidores, com o mínimo de esforço”, nas palavras de Eric Ries, autor do livro A Startup Enxuta.

 

Ela visa a reduzir ciclos de desenvolvimento de produtos, identificar gargalos e testar modelos de negócio sem grande perda de tempo ou de recursos. Por isso é comumente usada no ecossistema das startups, para validar ou rejeitar ideias em um processo de construir protótipos, experimentar junto ao público e aprender com os dados.

Ainda que as metodologias ágeis tenham surgido no setor de tecnologia, os princípios de organização de prioridades, entregas mais curtas entre si e muitos testes e alinhamentos ao longo do processo podem ajudar quaisquer empresas.

 

 

 

 

Como aumentar a produtividade da sua empresa em 2021?

 

 

Este 2021 trará novos desafios e novas oportunidades para as empresas. Mas virá acompanhado também de algumas questões já familiares com relação ao desempenho nos negócios. Entre elas, sem dúvida uma das mais importantes é: como aumentar a produtividade?

 

A produtividade, vale ressaltar, não se trata apenas de fazer mais. Também é necessário apontar que a perda de produtividade pode ser um sintoma de algum outro problema organizacional. Ela pode estar relacionada à cultura da empresa ou às relações no ambiente de trabalho. Então, investigar a raiz dessa questão permite encontrar o que mais está impactando negativamente seus resultados.

 

Quer saber por onde começar? Confira a seguir sete dicas para aumentar a produtividade da sua empresa em 2021.

 

7 dicas para aumentar a produtividade em 2021

 

1. Entenda o papel do gestor na produtividade empresarial

 

Uma equipe produtiva começa ainda no momento da contratação de cada colaborador e continua nos treinamentos oferecidos ao time. Porém, mesmo com os melhores talentos, a produtividade da empresa pode ser afetada se o gestor não estiver a par das melhores práticas e processos para conduzir o negócio aos resultados desejados.

Saber delegar tarefas, definir prioridades, alocar recursos e expressar-se com clareza são competências necessárias às lideranças. Isso significa que elas também devem buscar o aprimoramento constante com leituras, cursos, mentorias e afins.

De fato, uma pesquisa da Dynamic Signal mostra que a falta de uma comunicação adequada no ambiente de trabalho faz dois terços dos funcionários pensarem em desistir das empresas em que estão, com reflexo no desempenho das atividades exercidas. E, de acordo com a Harvard Business Review, os negócios perdem 20% da capacidade produtiva, em média, por causa da estrutura e dos processos organizacionais mal elaborados.

 

2. Pense em adotar o trabalho não presencial no longo prazo

 

Aumentar a produtividade não significa controlar cada vez mais pessoas e tarefas. Pelo contrário, o melhor caminho parece ser o da flexibilização responsável.

Em pesquisa recente, o DataSenado revela que 41% dos trabalhadores tiveram mais produtividade no teletrabalho, em meio à pandemia. Outros 38% não viram mudanças no desempenho e apenas 19% perceberam um impacto negativo atuando fora do escritório. Ou seja, os ganhos excedem as perdas.

Mas se o trabalho remoto ou em home office é uma realidade para mais e mais pessoas, é preciso haver um manual de boas práticas para isso. Nesse aspecto, é fundamental estabelecer horários fixos para as atividades do trabalho, respeitando o tempo fora do expediente dos colaboradores.

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Illinois indica que a menor interferência do trabalho na vida pessoal traduz-se em menor estresse pessoal, o que contribui para o aumento da produtividade na empresa.

 

3. Monte um plano de ação

 

Ter um caminho bem definido evita distrações no meio do trajeto. Isso vale para a vida, para viagens e, claro, para aumentar a produtividade da sua empresa em 2021.

Felizmente, não é preciso começar com metodologias complicadas ou sistemas avançados para dar um norte aos seus projetos. Existe uma ferramenta simples que pode ajudar nesse sentido: a 5W2H.

Ela se refere a sete perguntas-chave, cujas respostas definem um plano de ação concreto. São elas:

  • O que deve ser feito?
  • Por que é necessário?
  • Quando deve estar pronto?
  • Onde ou no que será executado?
  • Quem são os responsáveis?
  • Como deve ser feito?
  • E quanto pode ser gasto?

Aplique-as às iniciativas da sua empresa e veja como elas são capazes de tornar tudo mais claro para você e para os demais envolvidos nelas.

 

4. Defina OKRs

 

Outra forma de manter um time sintonizado com os planos do negócio — tanto coletivamente quanto individualmente — é por meio dos OKRs. Assim são conhecidos os objective and key results, ou objetivos e resultados-chave.

Essa é uma metodologia originada na área da tecnologia, em que metas ousadas e rápidas transformações fazem parte da rotina das empresas. Ela é dividida em duas partes:

  • A primeira consiste em um objetivo geral da empresa. Por exemplo: conquistar mais clientes.
  • A segunda estabelece resultados específicos que contribuirão para o objetivo. Por exemplo: dobrar os acessos ao site. Atrair 50% mais leads. Vendedores devem fazer 30% mais contatos. E assim por diante.

Para cada objetivo, defina de três a cinco resultados-chave. Estes podem ser delegados à empresa como um todo, a um setor ou até mesmo a um indivíduo. Assim, é possível ter uma melhor visualização de como as diferentes partes de um negócio contribuem para que as expectativas sejam alcançadas.

 

5. Foque em uma atividade de cada vez

 

Um detalhe importante sobre aumentar a produtividade é que, para produzir mais, é preciso fazer menos, em certo sentido.

Há um mito em torno da necessidade de ser multitarefas no trabalho. No entanto, de acordo com diversos estudos da Sociedade Americana de Psicologia, isso é prejudicial à produtividade na empresa. Transitar entre diversas tarefas pode tomar até 40% mais tempo do que focar em apenas uma atividade.

Também é uma questão de lógica. Digamos que uma mesma pessoa seja responsável por dois projetos, cada um levando uma semana para ficar pronto. Se ela os fizer simultaneamente, ambos levarão duas semanas para serem entregues. Porém, se ela fizer um de cada vez, um deles estará terminado na primeira semana, enquanto o outro de qualquer maneira só seria concluído ao fim da quinzena.

 

6. Faça menos reuniões

 

Segundo dados da Atlassian, em média, um colaborador passa 31 horas por mês em reuniões improdutivas. Isso porque muitas delas poderiam ser resolvidas por e-mail, como na atualização de status de projetos, divulgação de novidades etc.

Quando se tem um plano de ação claro desde o começo, muitas dessas reuniões tornam-se dispensáveis, permitindo que a equipe fique livre para produzir. Se uma conversa for realmente necessária, há duas formas de otimizá-la:

  • Envie um e-mail informando os tópicos que serão discutidos e o que cada um deve trazer à discussão.
  • Limite o número de pessoas envolvidas e estabeleça um tempo para o término da reunião. Assim se mantém o foco.

 

7. Use as ferramentas certas

 

Para organizar e acompanhar as atividades de uma equipe, a tecnologia é indispensável. Mais do que isso, um programa do Senai mostrou que é possível aumentar a produtividade de empresas em 22% com o uso das novas tecnologias da indústria 4.0, mesmo a partir dos recursos mais básicos, como sensoriamento e computação na nuvem.

 

 

5 tendências de comunicação e vendas para 2021

 

O ano de 2020 foi bastante agitado, para dizer o mínimo. Em meio a todas as transformações que presenciamos nos últimos meses, já apontamos aqui no Negócios SC tendências e mais tendências de comportamento e consumo para você acompanhar. Mas, neste artigo, o foco será um pouco diferente: traremos as maiores tendências de comunicação e vendas para 2021.

 

Na pesquisa “Hootsuite 2021 Social Trends Survey”, profissionais de marketing apontaram os dois maiores objetivos com as redes sociais no próximo ano:

  1. aumentar a aquisição de novos consumidores;
  2. aumentar o reconhecimento de marca.

 

Entretanto, podemos extrapolar o contexto das redes sociais e considerar que esses dois itens estão entre os objetivos gerais da maioria das empresas. O desafio de recuperar as vendas continuará existindo em 2021 e, para isso, o fortalecimento da marca será cada vez mais importante. Portanto, vamos destacar a seguir as tendências que podem contribuir para esses objetivos. Acompanhe!

 

5 tendências de comunicação e vendas para 2021

 

1) Social & live commerce

 

No contexto do distanciamento social estabelecido em 2020, é natural que tenhamos visto um comportamento de consumo muito mais voltado para o meio digital. Com isso, sai ganhando o comércio virtual nas suas mais variadas formas, incluindo o comércio social.

O que não se pode perder, no entanto, é o lado social das vendas pelas redes. Os perfis das marcas não podem ser apenas um catálogo de produtos — a interação humana deve anteceder qualquer ação mais comercial. E um novo modelo de interação está se destacando nesse sentido: o live commerce, ou comércio durante transmissões ao vivo.

A proposta é unir o fenômeno das lives ao marketing de influência e à agilidade das compras virtuais. Ou seja, enquanto os seguidores consomem algum conteúdo em vídeo, como um tutorial de maquiagem, podem comprar os produtos mencionados sem abandonar a transmissão. Por enquanto, a China está liderando esse modelo de interação, com plataformas mais adequadas para isso.

Considerando a recente atualização do Instagram, dando um foco muito maior às compras pela rede, a tendência do social commerce deve continuar com tudo em 2021, espalhando-se para mais países.

 

 

 

2) Compra assistida

 

Outra tendência de venda que entra fortalecida em 2021 é a prática de prestar uma consultoria virtual ao cliente durante o processo de venda. Isso pôde ser visto em diversos segmentos, desde a compra de roupas até móveis.

O conceito das vendas complexas chega, então, a itens mais básicos. Nessa mudança, o vendedor vira um consultor, não só abordando as características de cada produto, mas também ensinando o consumidor como aproveitar melhor cada solução e ajudando-o a encontrar as opções mais indicadas.

Das marcas, isso exigirá um maior treinamento da equipe de vendas e a adoção de algumas ferramentas digitais para prestar a consultoria virtual. Algumas têm apostado, inclusive, na possibilidade de recorrer ao atendente ao vivo durante a compra no e-commerce ou, no caso de um produto ou serviço mais complexo, no agendamento de uma conversa pela internet.

 

3) Comunicação para a melhor idade

 

A pandemia de Covid-19 trouxe a necessidade de olharmos com mais atenção para a população idosa — e não apenas na questão da saúde.

Em um cenário econômico instável, os idosos têm ainda maior importância no sustento familiar. Em 68% dos lares brasileiros, eles são os principais responsáveis pelo domicílio, segundo revela uma pesquisa de Sesc e Fundação Perseu Abramo.

No entanto, as marcas ainda têm dificuldade de trazer esse público para a comunicação. De acordo com um estudo do Instituto Locomotiva, 78% dos idosos não se veem representados na publicidade das empresas.

Embora haja muito o que evoluir nesse aspecto, algumas empresas estão abraçando a maior representatividade. Por exemplo, a Fenty, marca de cosméticos de Rihanna, estrelou uma campanha em 2019 com uma modelo de 67 anos.

Nessa transformação, é importante entender que esse é um público também bastante conectado. Inclusive, segundo a Pnad Contínua, do IBGE, é o grupo que mais cresce entre os usuários brasileiros da internet. Em 2021, a tendência de comunicação on e off é refletir cada vez mais o protagonismo da melhor idade no mercado de consumo.

 

4) eSports e jogos virtuais

 

Por outro lado, não podemos nos esquecer dos públicos de menor faixa etária.

Entre as previsões de mídia para 2020, destacamos a influência dos eSports, ou esportes eletrônicos. As marcas têm investido mais nesse segmento, à medida que a audiência também cresce.

Mas devemos nos atentar ao papel dos jogos virtuais transmitidos ao vivo por redes como YouTube e Twitch para gerar uma conexão com os mais jovens, fora do circuito competitivo. Inclusive, eles serviram de palanque tanto nas eleições estadunidenses quanto brasileiras em 2020, com candidatos apresentando suas propostas em meio à transmissão de influenciadores que falam com esse perfil de internauta. 

 

 

5) TV é o novo canal de vendas 

 

Em 2021, uma forte tendência de vendas é continuar encurtando distâncias entre a intenção do consumidor e a realização da compra. Isso porque, no futuro, todo conteúdo será comprável, como já o demonstra a televisão.

A Globo e a NSC TV estão construindo esse futuro das compras pela TV aqui no Brasil. Com isso, os anúncios permitem uma ação imediata do consumidor, podendo acessar as ofertas exibidas em tela por meio de um QR Code. A partir disso, ele pode consultar mais informações sobre o anúncio e comprar os produtos pelo celular. 

As possibilidades são ilimitadas. Todos os produtos vistos na televisão poderão ser comprados, dos programas matutinos aos esportes e às novelas, muito além do horário comercial.

 

Fonte: Negócios SC

 

 

 

Sábado, 11 Janeiro 2020 19:09

Palestras, Cursos e Treinamentos

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Aguardem, estamos atualizando essa área em nosso site.

 

 

 

Inteligência artificial: Como será o futuro de vendas e do marketing

 

Em 1996, o computador da IBM, Deep Blue, surpreendeu o mundo ao derrotar o campeão de xadrez Garry Kasparov, um campo que, até então, era domínio do ser humano. Apesar de o fato ser bastante impressionante, era fácil alegar que Deep Blue não passava de uma máquina que obedecia a comandos, que não possuía uma inteligência autônoma. Ou seja, não conseguia pensar por si só.
Mas a história foi reescrita em março de 2016, quando um sistema de inteligência artificial chamado AlphaGo derrotou o campeão mundial sul-coreano Lee Sedol.
 
 
De primeira, pareceu um feito tão importante quanto o de xadrez, exceto por alguns detalhes surpreendentes, como o total de jogadas possíveis no Go, maior que a quantidade de átomos presentes no universo.
 
 
Essa explosão de combinações tornou o Go bem mais avançado do que o xadrez, mas a façanha não termina por aí: o AlphaGo foi capaz de aprender a próxima jogada, conseguindo derrotar seus oponentes de forma muito mais rápida, utilizando menos jogadas.
 

Inteligência Artificial

 
Diante desse cenário “assustador”, é passivo que nos perguntemos: Como essa tal de inteligência artificial pode impactar o mundo em que trabalho? Vou perder meu emprego em quanto tempo? Provavelmente, essas são questões que muita gente está se fazendo. No entanto, o mais curioso é que um dos profissionais que menos se preocupa é o vendedor, e por algumas razões:
 
 
O profissional de vendas ainda acredita bastante no poder do relacionamento. Por obter habilidades mais humanas e menos técnicas, ele não possui uma familiaridade tão grande com o universo tecnológico, deixando essas questões mais para o time de marketing e suas ferramentas digitais.

 

B2B

 
Em contrapartida, no universo de vendas B2B essa realidade vem mudando. Pesquisas já mostram que em modelos de vendas complexas o cliente já percorreu mais da metade de sua jornada, conhecendo a empresa, os produtos, seus clientes, a reputação da empresa, a opinião dos colaboradores, etc. Então, pouco adianta a famosa lábia do vendedor, caso a empresa não faça seu dever de casa no âmbito digital.
 
 
E é justamente no âmbito digital que os consumidores e compradores deixam suas “digitais”, preenchendo formulários, baixando materiais, visitando sites (sejam os seus ou do seu concorrente).
 
 
Toda essa informação existe, e está armazenada em algum lugar. E hoje, mais do que nunca, é necessário saber onde está e como utilizar. As aplicações de inteligência artificial para o universo de marketing e vendas possuem dois principais objetivos:

 

Decisão

 
Soluções que ajudem executivos e/ou times a tomarem melhores decisões, como soluções que façam análise dos dados. Segundo a Forrester, mais de 80% dos dados das empresas não são utilizados para analytics. Isso significa que existe um oceano vasto de dados que não são utilizados para uma melhor tomada de decisão.
 
Perguntas que hoje fazemos de forma intuitiva poderão ser respondidas de forma fácil:
– Quais as melhores regiões para vender meus produtos/serviços?
– Quais as melhores oportunidades no meu pipeline?
– Preciso realmente de tantos vendedores para as contas que queremos atender?

 

Autonomia

 
Sistemas que possuem capacidade de desenvolver autonomia com o objetivo de emular o ser humano. Aplicações como chatbot estão crescendo bastante, tornando uma poderosa ferramenta de vendas. Mais de 67% dos consumidores mundiais utilizam chatbot para suporte ao cliente e cerca de 85% de todas as interações com o cliente serão feitas sem humanos, até 2020.
 
 
Hoje, é possível encontrar sistemas como Articoolo, que cria artigos de 500 palavras em menos de dois minutos, utilizando a inteligência artificial e prometendo uma verdadeira revolução no universo do marketing de conteúdo.
 
 
De fato, a IA já está em diversos aplicativos e serviços que utilizamos, e a tendência é que essa presença ganhe ainda mais força em um futuro próximo. Um planejamento eficiente serve não só para manter a posição da empresa no mercado, mas para ganhar competitividade e credibilidade.
 
 
 

Prepare-se para 2020: 4 tendências macro que você precisa saber

 

Mobile Commerce? Omnichannel? Marketing de conteúdo? Algum desses soa familiar? Aposto que sim. Afinal, o segmento de performance digital destacou, e muito, esses temas nos últimos anos.

 

Mas o que quero trazer para destaque hoje: esses temas ainda são as grandes tendências para o segmento em 2019? Ou são os temas de casa que ficaram de outros anos?

 

M-commerce, por exemplo, se fala desde 2012. E embora seja um assunto que sempre está atualizado, hoje o m-commerce já é uma realidade cada vez mais popular, não uma tendência ou novidade. O mesmo vale para omnichannel, e ainda mais para o marketing de conteúdo.

 

Com isso em mente, avaliei o contexto de diversos clientes e outras marcas que nos procuraram a consultoria da Trinto ao longo de 2018 e nesse início de 2019. E, principalmente, suas necessidades reais a partir do problema que nos apresentaram.

 

Também pesquisei e estudei com parceiros, como Google, plataformas de e-commerce e profissionais da área sobre suas percepções do setor. Além de buscar as novidades no segmento de e-commerce nos Estados Unidos, dominado pela Amazon (que inclusive acabou de abrir operação própria no Brasil).

 

E cheguei a 4 tendências macro em marketing digital que estão em alta e em pauta no momento, que tem previsão de serem realidade já em 2020.

 

1 – Customer-Centric Marketing

 

Essa é uma abordagem de marketing que entende o cliente no centro da estratégia. Isso significa que todo o investimento, esforço, ações, comunicação, estoque e etc. são pensados para e a partir do nosso cliente específico.

 

No Brasil, a abordagem que ainda domina o mercado digital é o de channel-centric marketing. Nesse modelo, channel-centric, e tenho certeza que você vai identificar essa abordagem, a estratégia de marketing está pensada e otimizada para canais ou canal utilizado.

 

Nessa abordagem existe um grande esforço para melhorar as taxas de algum canal específico. Por exemplo, o canal e-mail marketing. Ao rever sua estratégia atual, você decide fazer alguns ajustes para melhorar o desempenho desse canal.

Nesse caso, você consegue ter resultados com esses ajustes: as taxas de abertura e clique do canal aumentam consideravelmente. Seus clientes estão consumindo mais da sua comunicação (relacionamento) por e-mail.

 

Mas e se estiverem consumindo esse material e adorando, mas indo comprar na loja física ou até mesmo finalizando a compra por outro canal utilizado? Isso significa que sua estratégia de e-mail marketing é um fracasso?

 

Você colocou o canal no centro da estratégia, sem analisar ou pensar no que de fato o seu cliente quer ou precisa. Essa é a mudança com o customer-centric marketing. Você coloca o seu consumidor no centro da estratégia, não mais um canal.

O resultado: estratégias e táticas mais eficientes para converter hoje e incentivar o retorno do seu cliente.

 

2 – Evoluçāo do Google Ads

 

Não é apenas o nome da ferramenta que mudou em 2018. O marketing por keywords já está mudando radicalmente e técnicas de performance que eram utilizadas há anos estão cada vez mais ineficientes.

 

Os simples CPC e keywords como conhecemos deixarão de existir e os próximos anos estarão baseados nos 3A’s do Google: audiência, atribuição e inteligência artificial (AI).

 

O Google é provavelmente o maior case de sucesso quando se fala em colocar o usuário/cliente no centro da estratégia. E por isso, entender a sua audiência, pensar em como você atribui valor aos canais ao longo da jornada dessa audiência e então automatizar o seu sucesso são as grandes dicas do momento.

 

3 – Voice Search Marketing

 

Até 2020, metade de todas as buscas será por voz, aponta pesquisa da ComScore. A pesquisa por voz já pode ser identificada em relatórios do Google Ads desde 2016. E já analisamos um aumento nas buscas por voz em cenário nacional.

 

Mas esse comportamento de busca está sendo acelerado pela chegada de assistentes pessoais, dispositivos de connected home e smartphones cada vez mais avançados. Sua loja e sua estratégia de canais está preparada para atender esse comportamento?

 

4 – Anúncio x criatividade

 

É uma verdade que o retorno do investimento em formatos tradicionais e conteúdos pouco relevantes (que não pensaram o cliente como centro da estratégia!) são cada vez menores.

 

A principal dica do Google e vários outros parceiros do segmento de mídia e conteúdo é: o anúncio deve ser sinônimo de criatividade.

 

Mas, por que? Porque existem milhares de marcas disputando a atenção e interesse do mesmo consumidor e o seu anúncio precisa se destacar.

 

Apenas animar imagens ou destacar o “preço à vista + frete grátis” em seu banner não são estratégias recomendadas se você quer se destacar da concorrência.

 

Ter uma metodologia de criação voltada para performance, com artes e peças apoiadas num processo de avaliação de dados, já é outra história. O segredo está em aliar essa metodologia e pensar no seu cliente primeiro, antes mesmo de pensar na estratégia de investimento.

 

Agora, se você se interessou por esses temas, tem algo a acrescentar, discordar, ou quer trocar uma ideia sobre algum deles, estou à disposição para para marcarmos um bate-papo!

 

Fontes:
administradores.com.br
exame.abril.com.br
nerdweb.com.br
www.go-agency.com
blog.keepi.media

comunicação empresarial pode ser considerada o ponto principal de apoio e suporte para o crescimento das organizações. É preciso juntar a comunicação às estratégias da empresa. E assim melhorar o diálogo de dentro para fora. Separamos informações importantes de como você pode ampliar a comunicação da sua empresa e gerar melhores resultados.

 

O que é comunicação empresarial

Comunicação empresarial é a maneira com que a empresa se comunica. Seja com o público interno, externo, fornecedores tanto com as comunidades a volta.

O maior desafio da comunicação empresarial é acontecer de maneira diferente, em tempos diferentes e com cada público de forma distinta. É preciso ter uma linguagem adequada para cada um deles. Só assim será possível trazer os resultados desejados para a empresa.

A comunicação empresarial deve andar junto com a missão, os valores e a visão da empresa. Além disso, é preciso traçar uma comunicação empresarial que ande junto com os planos estratégicos da empresa.

Não é possível ser um bom comunicador com o público interno se não tem as ferramentas necessárias. Não é possível comunicar bem com o público externo se eu não tem um plano de comunicação. Então, é preciso fazer um plano e segui-lo a risca para obter os resultados esperados. E, para isso, é preciso fazer testes a todo momento para certificar de que aquilo está funcionando da maneira correta.

Importância da comunicação empresarial

Você sabia que 70% dos problemas da empresa são causados pela má comunicação?Segundo uma pesquisa da Harvard Business School a falha da concretização dos objetivos da empresa pode estar, justamente, na falta de comunicação empresarial.

“A Comunicação Corporativa é considerada ferramenta fundamental para o desenvolvimento e o crescimento de qualquer organização, funcionando como um elo entre a comunidade e o mercado. E uma Comunicação eficiente traz resultados que podem ser medidos no faturamento da empresa.” (Sônia Pessoa)

Com isso, é possível entender que uma empresa que possui uma comunicação empresarial efetiva, é capaz de conseguir os melhores resultados. E, claro, efetivar os objetivos da empresa.

É essencial relembrar que não é possível ter uma boa comunicação com o público interno sem usar as ferramentas necessárias. Assim como não é possível se comunicar bem com a comunidade ao redor sem um plano de comunicação bem construído. Isso tudo precisa estar alinhado também com os valores, missão e com a visão da empresa.

Comunicar x Falar

Mais do que se comunicar é preciso ouvir. A comunicação não é apenas fala. Falar todos conseguimos. A questão está em falar e ser compreendido. Passar a informação de modo que as pessoas entendam o que é explicado.

Além disso, o processo de comunicação se resume em ouvir o outro. Isso é a base de uma boa comunicação, afinal, não há comunicação sem o outro e sem, principalmente, ouvir o que ele tem a dizer.

O que há de eficaz na comunicação é aquilo que o outro nos responde. É aquilo que o outro demonstrou frente a nossa comunicação. E se não há esse resultado a falha é de quem tentou se comunicar. É totalmente de quem está falando.

Sendo assim, o mais importante é gerar uma reação no outro, seja ela negativa ou positiva.

“Comunicação não é o que você fala, é o que o outro entende”.

Objetivos da comunicação empresarial

A comunicação empresarial tem como objetivo executar um plano estratégico tanto dentro quanto fora da empresa. Capaz de formar laços e construir um sentimento de pertencimento. Além de ser passar a informação necessária na hora correta. Da forma certa e para a pessoa desejada.

Tipos de comunicação empresarial

Há quatro tipos de comunicação empresarial, sendo a principal delas a interna. Tem também a externa. A comunicação com fornecedores e com a comunidade ao redor. Vale lembrar que todas devem ser executadas de maneiras distintas. Afinal, os receptores e suas necessidades são diferentes.

Comunicação empresarial interna

Tudo começa com os colaboradores.

Vamos supor que uma empresa deseja lançar um produto novo, por exemplo. Antes que este produto saia para o mercado, é preciso que os seus colaboradores experimentem. É preciso que eles usem e falem o que eles acharam. Só assim terá o primeiro feedback de uma pessoa que será a primeira a indicar o seu produto.

Dessa forma será possível entender o que precisa melhorar para que atinja o consumidor de maneira efetiva.

Quando o colaborador gosta do produto que vende é um ponto positivo. Afinal, se ele não compra sua ideia é muito difícil que eu consiga vendê-la com facilidade lá fora.

Claro que antes de se lançar um produto é preciso fazer uma pesquisa de mercado. É preciso saber se o novo produto tem espaço, quem precisa e quem vai consumir. Após definir que tem público é preciso testar por meio de comunicação e ações específicas, com o público interno. E só quando este está familiarizado que irá para o público externo.

Na caminhada de lançamento é essencial ter o público interno participando de forma ativa.

Três falhas na comunicação empresarial interna

É preciso ter em mente sempre a melhora da comunicação. Resolvi reunir 3 dicas do que NÃO fazer na sua empresa e assim melhorar a comunicação empresarial interna.

1. Omitir detalhes dos colaboradores

Imagine a situação. Você está em uma mesa cheia de amigos e eles começam a trocar confidências entre si e a te deixar de fora do assunto. Você iria se sentir confortável? Imagino que não. Afinal, eles são seus amigos e estão escondendo alguma coisa de você.

Agora, imagine se isso ocorresse no seu ambiente de trabalho? Há um segredinho rolando e você não pode saber. Há uma confidencialidade ali. O problema é que um segredo assim pode levar tudo por água abaixo

Toda confiança que o colaborador acredita que a empresa tinha nele ao contratá-lo, acaba. Isso pode gerar um sentimento de não pertencimento à empresa.

Essa omissão, com certeza, pode prejudicar a comunicação da empresa para com seus colaboradores. Afinal, o sentimento de exclusão pode gerar o desinteresse por parte deles. É preciso que se sintam parte da empresa.

Ao invés de esconder, mesmo que de forma desintencional, faça uma reunião com todos e peça a opinião deles. É essencial que tudo que seja feito tenha uma parcela de participação dos funcionários. Assim, reforça a ideia de pertencimento e melhora o convívio na empresa.

Omitir tudo? Até as estratégias da empresa?

comunicação empresarial omissão de novidades aos funcionários
Tirinha retirada do E-book sobre Gestão Empresarial da 3Gen

Essa tirinha acima foi feita para o E-book da 3Gen para tratar sobre a importância da Gestão Empresarial. Ela trata a omissão de uma forma interessante. Imagine que a empresa passou dias criando um planejamento estratégico e o que fazem com ele? O escondem.

Assim, nem mesmo as pessoas que não estavam presentes na execução saberão quais são e possivelmente nem as que estavam presentes sabem mais. Isso pode ocorrer por inúmeros fatores, desde o despreparo até o medo do concorrente descobrir o planejamento da empresa.

“Mais importante do que o seu concorrente saber qual é a sua estratégia, é fazer com que seus funcionários a conheçam e estejam aptos a atuar nas mudanças de rota da organização rapidamente, caso uma nova estratégia precise ser implementada.”

2. Não explicar as estratégias da empresa

As empresas precisam ter uma estratégia e mais do que projetá-la é preciso que todos os colaboradores a entendam. Fazer com que essas estratégias e o plano de metas sejam passados de forma assertiva para todos os funcionários pode ser um desafio.

Nessas horas, vale pensar se uma palestra longa no final de uma semana puxada é o melhor caminho. Planeje para que essa apresentação seja a mais clara possível. As apresentações em vídeo, por exemplo, podem ser uma ótima ideia para que o colaborador fique ainda mais atento ao que a empresa deseja.

A plataforma do Aio, que funciona como um YouTube Corporativo. Ela é o local onde os vídeos são armazenados para fazer treinamentos aos funcionários e conseguir acompanhar o desenvolvimento deles.

Além disso, vale até repassar o material de forma sintetizada por e-mail, por exemplo, e direcionado também para cada área em específico.

 

“Cada pessoa, conforme a complexidade de sua atuação, precisa ter o conhecimento sobre a estratégia que lhe permita executar as suas atividades e entender o seu papel e foco.”

 

3. Não fazer reuniões com os colaboradores

 
reunioes-comunicação-empresarial
FOTO: Reprodução Build CSQ

Pode parecer besteira, mas não é. As reuniões com colaboradores são essenciais para fortalecer o sentimento da equipe. E devem ser realizadas frequentemente na empresa.

Algumas pessoas se queixam sobre as reuniões ressaltando que demoram muito, que falam assuntos repetidamente e que perdem o foco. Então, é essencial pensar nesses pontos na hora de programar e organizar uma reunião.

Saiba a hora certa de começar e de terminar. Em uma reportagem (confira aqui) foi ressaltada a importância das reuniões terem no máximo uma hora de duração. Mais que isso, ela já começam a ficar cansativas, a perderem o foco e desestimularem o trabalhador.

Além disso, a quantidade de pessoas na reunião também pode influenciar e muito no quão produtiva ela será. Com menos pessoas há uma maior possibilidade da participação de todos e assim as ideias fluem melhor entre os participantes.

Além disso, cada reunião precisa ter um motivo para acontecer. Com isso, é essencial que os colaboradores entendam qual é essa razão. Assim eles conseguem se preparar melhor para participar ativamente no dia.

As reuniões são importantes para que todos ouçam as opiniões de todos. Assim é possível fazer uma comunicação de forma horizontal. É preciso que seja semeada a liberdade para o diálogo dentro da empresa.

Comunicação empresarial externa

A comunicação externa é o modo como a empresa se comunica fora do âmbito corporativo. O modo como o consumidor vê a marca. Além de como a marca expressa os seus valores, visão e cultura.

A comunicação externa é direcionada para públicos diferentes que podem ser a comunidade ao redor da empresa, o consumidor e até os fornecedores. Toda essa divulgação sobre a marca deve ter o auxílio da mídia.

Redes sociais na comunicação

Atualmente, as redes sociais são o quesito número #1. Cada empresa precisa ter para fazer esse contato com o público.

É preciso descobrir qual combina mais com o estilo do seu consumidor também. Afinal, existem inúmeras opções de redes sociais na internet.

Observe também como anda o crescimento da rede. Temos casos de redes sociais como Orkut e até o Periscope, por exemplo, que sumiram do mapa. Saiba escolher a rede certa.

Atualmente as redes que estão mais em alta são: YouTube, Facebook e Instagram. Mas, claro, daqui há uns anos isso tudo pode mudar.

Cases de sucesso

Há empresas que se dão bem nesse segmento como é o caso do McDonald’s e até do O Boticário. Ambas possuem mais de 10 milhões de likes no Facebook e têm cases de sucesso com as redes sociais.

Quem lembra da propaganda do O Boticário com casais homossexuais que rendeu várias discussões? A empresa continuou apoiando a causa e, claro, vários seguidores ficaram a seu favor. Pontos para a marca!

Além disso, o McDonald’s possui umas 50 pessoas monitorando as redes sociais e interagindo. Isso apenas no Brasil. Ele já garantiu vários cases de sucesso. Um marcante foi a imagem de um canudinho enrolado. Isso tudo para falar que “dá um nó na garganta” ao lembrar que o Brasil perdeu para a Alemanha de 7×1. Genial!

Em especial esse do McDonald’s traz um ponto interessante para as mídias sociais. A monitoração do que as pessoas estão fazendo em tempo real. Isso se chama de marketing em tempo real, ou real time marketing. Mas nem pense que só porque é “na correria” que tem que ser qualquer coisa e sem planejamento não.

É preciso suar a camisa para fazer algo que as pessoas estão realmente querendo ler. Um exemplo de real time marketing seria a onda de arco-íris que surgiu na logo das marcas quando o casamento gay foi legalizado em 50 estados dos EUA.

Fail nas redes sociais

Até na hora de criar uma coleção de moda e um editorial é preciso pensar muito. Não é só porque é roupa que as críticas vão passar batido não. Mas o que aconteceu com a Farm, por exemplo, saiu das roupas e foi parar em uma cultura. Imagine que a Iemanjá deles, o símbolo de uma cultura afro, era uma mulher sem nenhuma característica negra! Os seguidores, claro, caíram matando e a Farm foi criticada por racismo. Para contornar a situação, ela apresentou uma coleção apenas com negras. E, ai, será que colou? (Entenda o caso da Farm)

Contornar situações

Assim como a Farm fez após a enxurrada de críticas, é preciso também ter uma equipe capaz de contornar as situações, a chama gestão de crise. Imagine, por exemplo, no que aconteceu no distrito de Mariana, em Bento Rodrigues. Imagine o suporte que a equipe de comunicação da Mineradora Samarco não teve que dar para todo o volume da imprensa que chegava. E as críticas não pararam não e não devem parar tão cedo.

Há quem diga que uma equipe bem desenvolvida é outro nível. E isso é tão importantes que casos como esse do nosso presidente Michel Temer, não teria passado batido. Afinal, terminar de editar uma fotografia seria o mínimo. (Veja a brincadeira que rolou no Twitter)

Mas acaba que as pessoas na internet não perdoam mesmo. Isso acontece também quando as pessoas saem em capas de revistas com corpos perfeitos quando, na verdade, está tudo “photoshopado”. Até a cantora Manu Gavassi já foi contra uma de suas capas que estava, em sua opinião, nenhum pouco parecida com a realidade.

 

De fora para dentro

 

É importante ressaltar que a empresa só consegue passar para frente os seus valores, visão e cultura se tiverem esses segmentos bem organizados dentro da empresa. Só assim eles conseguem transparecer ao público. Vale pensar na empresa em si como uma pessoa e decidir como ela precisa ser. Pensar em como seria o seu perfil.

Diálogo com a comunidade

Vamos voltar agora para o que aconteceu em Mariana (MG). Imagine a situação primeiro. Pode ser que você tenha criticado sem saber o lado dos moradores. Muitos deles estavam torcendo para o retorno do funcionamento da mineradora. Mas por que isso aconteceu?

A cidade de Bento Rodrigues possuía poucos habitantes, 600 no total. A maioria deles trabalhava nas minas. Esse elo das minas com o trabalhador local é marcante em boa parte das cidades que possuem mineradoras. E, claro, em situações como essas as famílias ficam apavoradas e os trabalhadores também só de pensar que podem perder o emprego.

Um ponto interessante de se analisar é que as minas geram uma grande quantidade de dinheiro circulando nas cidades em que se instauram. Porém, ele não é investido para o desenvolvimento do local.

Se isso é estratégico? Claro, dar empregos aos moradores locais de onde vai instalar uma empresa é uma estratégia até de comunicação mesmo. Para tentar abrir um diálogo com a comunidade e se mostrar proativa a ajudar para que eles consigam empregos.

A preocupação mínima com os erros

Apesar disso,quando aconteceu o rompimento, a comunidade deveria ser a primeira a saber, para assim fugir do local. E isso aconteceu? Não.

Aqui no Brasil, a preocupação com problemas parece que nunca passa pela cabeça dos empreendedores. Assim como temos que planejar uma plano estratégico para crescimento da empresa, também precisamos de um para tempos de crise. A estratégia para momentos assim não deve ser pensada apenas quando eles acontecem. Isso já deve ser previsto.

Então, só quando todo o desastre aconteceu que foi aberto um diálogo mais efetivo com a comunidade para ver o que deveria ser feito. Para saber onde eles queriam que fosse construído o novo distrito e sobre as indenizações.

É preciso que o diálogo ocorra sempre, independente de acidentes como esse. E que seja efetivo. Que gere não só promessas, mas conclusões.

Até para fazer uma modificação em alguma estrutura do local que interfira na qualidade de vida da população da cidade é preciso fazer um diálogo efetivo. Para ver o que acha e fazê-la presente nas decisões do que modifica a cidade.

 

Comunicação empresarial com os fornecedores

 

Como vimos, a comunicação, em cada um dos três casos acima, precisa ser passada de maneira diferente. É preciso saber lidar com cada um desses públicos e a comunicação empresarial é responsável por todos eles.

Na comunicação da empresa com os fornecedores o caminho de honestidade e seriedade é importante. Assim como manter as características da missão, dos valores e da cultura no diálogo com eles.

Por isso, o perfil da marca torna-se tão importante nesses casos. Ele mostrará como serão as relações da marca com as empresas. Vale também manter os clientes alinhados com as novidades e marcar reuniões para rever as estratégias e as vendas.

Ferramentas para a comunicação empresarial

As ferramentas para a comunicação empresarial são diferentes para cada uma das partes. A interna, por exemplo, pode ser concretizada com um alinhamento das estratégias. Com um mural de informações que seja atualizado diariamente e com reuniões com os funcionários.

 

Além disso, o atendimento é primordial. Fiquem atentos para que os funcionários saibam falar as qualidades do produto. O conheçam e saiba explicar aos clientes.

 

Já na comunicação externa com a comunidade, é preciso fazer eventos e até convidá-los para conhecer a empresa. Para entenderem como ela funciona. E, claro, oferecer vagas de emprego a comunidade local. Pensem também no desenvolvimento da cidade onde a fábrica está. Por que não incentivar a criação de uma biblioteca ou museu? Ou patrocinar eventos que sejam ligados a cultura?

Na comunicação externa com os fornecedores, é preciso que as necessidades estejam sempre alinhadas. É preciso realizar reuniões seja a cada semana ou de quinze em quinze dias. Assim, será possível atualizar a empresa para algumas mudanças e até melhorar o diálogo e o produto que oferecem. Além de obter a melhor performance do mesmo.

Livros sobre comunicação empresarial

Separei três livros essenciais para você estudar sobre comunicação empresarial. Me baseei nas pontuações e comentários de cada um em diferentes sites de compra de livros. Olhem só:

livros sobre comunicação empresarial

1.Comunicação organizacional em entidades representativas de classe

O primeiro livro é “Comunicação organizacional em entidades representativas de classe”. Ele foi escrito por Vanessa Negrini que atua em assessorias de comunicação há quinze anos. É bacharel em Comunicação Organizacional pela UnB e mestranda em Comunicação também pela Faculdade de Brasília.

Vale ressaltar que a UnB é a primeira universidade do Brasil a oferecer o curso de graduação em Comunicação Organizacional.

Neste livro, ela estuda a Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), onde trabalhou por 5 anos. Assim, consegue atribuir o que precisa melhorar e como a comunicação é realizada no local. O que mais chamou a atenção do pessoal foram as entrevistas e os diversos documentos de atas que ela utilizou para ilustrar o livro.

2. Comunicação Empresarial: A Construção da Identidade, Imagem e Reputação

O próximo livro é o “Comunicação empresarial: a construção da identidade, imagem e reputação”. Ele foi escrito por Paul Argenti que é professor de gestão e comunicação corporativa da Truck School e Dartmouth. (Ele tem conta no Twitter!)

O que mais chamou a atenção neste livro foi o fato de abordar a importância das mídias sociais e da comunicação digital no âmbito empresarial. Algo que deveria ser levado mais em conta atualmente.

Além disso, ele traz temas como a responsabilidade corporativa. E até analisa os desafios que as empresas enfrentam com a crise.

3. Comunicação empresarial: a comunicação como patrimônio da empresa e ferramenta de Marketing

A última indicação de livro é a “Comunicação empresarial: a comunicação como patrimônio da empresa e ferramenta de Marketing”. Ele foi escrito por Roger Cahen que é Consultor de Relações Públicas e Comunicações.

Neste livro são abordadas algumas questões como o caráter estratégico da comunicação empresarial. Além de mostrar como ele pode ser aplicado para diferentes níveis de organização da empresa. Desde as que estão começando a implementar até aquelas que querem melhorar a comunicação empresarial.

 

 

Algumas dicas para quem se pergunta: – Como organizar meu negócio novo?

 

A fase inicial de um empreendimento é a prova dos nove do empreendedorismo. É justamente nessa fase que muitas empresas acabam nem saindo do papel, enquanto outras dão um salto de crescimento para o sucesso.

Por ser uma fase tão importante na vida de uma empresa, é normal que essa fase assuste e você se pergunte: – Como organizar meu negócio?

A grande verdade é que empreendedorismo não é para qualquer um. E é melhor descobrir isso no início, quando as sequelas são menores, do que tarde demais.

Por isso, prepare-se para colocar seus conceitos e conhecimentos à prova na fase inicial de sua empresa, pois é mais fácil aprender como organizar um pequeno negócio. Esteja pronto para os desafios da jornada empreendedora.

Pensando nisso, nós elaboramos 3 dicas que vão ajudar você a responder a pergunta: – Como organizar meu novo negócio?

 

Como organizar meu negócio novo? Confira as respostas

A verdade é que todo mundo quer saber como organizar seu negócio, pequeno ou grande, novo ou não. Veja algumas dicas de como fazer isso e cresça com mais confiança.

1. Ter ou não ter um sócio, eis a questão.

Muitas pessoas entram no desafio de empreender sozinhos. Outras pessoas precisam de um sócio que as completem, deem mais segurança e ajudem no caminho de descobrir como organizar seu negócio novo.

O grande problema da sociedade não se resume apenas em dividir o dinheiro. Ter uma sociedade é dividir problemas, batalhas de ego, ambições e, no meio disso tudo, ainda administrar as diferenças de personalidade.

A sociedade é um casamento. Nem tudo será apenas felicidade. No meio da vida a dois terão problemas, discussões e muitos desafios.

como organizar meu negócio

Nem sempre a sociedade é importante para as empresas.

O que isso significa?

Significa que a escolha de um sócio interfere diretamente na forma como se organiza o futuro de um novo negócio.

Por isso, não escolha um sócio apenas porque ele tem dinheiro, ou apenas porque você é inseguro e precisa do apoio de outra pessoa.

Escolha um sócio – se você acredita que precisa de um – com muita cautela, pois a relação de vocês será decisiva no progresso do negócio.

Leia também: 3 dicas para organizar o tempo da equipe de vendas

2. Saiba o quanto cobrar por aquilo que você oferecerá.

Você sabe como precificar e cobrar aquilo que oferece? Não tem como organizar seu negócio sem aprender isso.

Ou você está totalmente perdido e não sabe como a sua ideia vai dar dinheiro, ou como você vai conseguir vender isso para as pessoas?

O tipo de produto ou serviço é de grande importância na organização de um negócio. Por isso, tire um tempo para elaborar uma tática de como o seu produto ou serviço será cobrado.

Isso vai influenciar diretamente no sucesso e na organização de seu negócio.

Hoje existem algumas modalidades de precificação de produtos ou serviços. Alguns deles são:

  • Freemium: modalidade em que a empresa oferece um pedaço gratuito do produto ou serviço – para diminuir a barreira da experimentação inicial – juntamente com uma opção Premium – paga –, logo após a modalidade gratuita.
  • Premium: modalidade em que os produtos ou serviços estão acima da média do mercado, com maiores preços e benefícios.
  • Preços competitivos: modalidade em que o preço baixo é o maior argumento de vendas da empresa para ganhar mercado.

Esses são alguns dos modelos que o seu negócio poderá adotar na comercialização de produtos ou serviços.

Você precisa optar por algum deles antes de sair para o mercado.

3. Não tenha medo do crescimento.

O crescimento deve ser encarado como um sinal de que a sua empresa ou ideia está dando certo.

O crescimento é o maior desafio de quem busca compreender como organizar seu negócio.

Por isso, prepare seu negócio para o crescimento. Garanta que, quando sua empresa começar a crescer, você consiga investir em recursos para que esse crescimento não seja prejudicial à operação do negócio.

Fazendo isso, o crescimento será o prêmio que você sempre sonhou: que a sua ideia de negócio faça realmente a diferença na vida das pessoas.

como organizar meu negócio

Não tenha medo do crescimento da sua empresa.

Confira também em nosso blog: Como organizar suas tarefas com o Agendor e o Trello

Saber como organizar seu novo negócio é um desafio enorme

E justamente por isso, muitos empreendedores ficam pelo caminho.

Não deixe que o sonho faça com que você perca a concentração na essência do negócio e sempre coloque os pés no chão, no momento em que projetar o crescimento.

Por mais otimista que o cenário for, antes de atingir a maturidade, a sua empresa passará por inúmeros desafios. O pé no chão é indispensável para superar esses desafios que tornam os novos negócios tão empolgantes.

Gerir as finanças de forma correta é um desafio para a maior parte dos brasileiros. Isso acontece, principalmente, porque não recebemos uma educação financeira desde cedo, nas escolas ou por meio de nossos pais. Em geral, aprendemos a lidar com o dinheiro muito tarde, após tomarmos várias decisões equivocadas.

Administrar dinheiro é um exercício diário que exige muita disciplina e autoconhecimento. A boa notícia é que uma mudança de hábitos financeiros no presente poderá lhe proporcionar um futuro seguro e tranquilo.

Pensando nisso, preparamos o post de hoje com 7 dicas valiosas sobre como administrar seu dinheiro como um verdadeiro profissional de investimentos. Acompanhe a leitura e confira algumas lições extremamente úteis para a sua vida!

 

1. Saia do vermelho

O primeiro passo para começar a organizar a vida financeira é livrar-se das dívidas. Despesas com cartões de créditocheque especial e empréstimos consignados devem ser evitadas a todo custo, já que os juros cobrados pelas instituições financeiras são muito altos.

Para fugir do endividamento, tenha objetivos claros e definidos em mente. Pense no que você gostaria de conquistar nos próximos anos. A casa própria? Uma viagem dos sonhos? Então comece a resistir à tentação de fazer novas dívidas.

A dica de ouro é buscar a quitação das dívidas o mais rápido possível. Para isso, analise suas contas e priorize o pagamento de débitos com juros maiores. Além disso, organize as despesas por ordem de prioridade: quais pendências envolvem serviços indispensáveis em sua vida e quais poderão ser cortadas sem trazer grandes prejuízos?

Especialistas em organização financeira recomendam que seus clientes poupem dinheiro para pagar o maior número de parcelas da dívida à vista e negociem as condições de pagamento mais vantajosas.

2. Tenha uma reserva financeira

A reserva financeira, também conhecida como reserva de emergência, é um montante poupado exclusivamente para ser usado em situações emergenciais imprevisíveis, como doença, perda de emprego e obras urgentes.

Esse valor deve ser calculado como base nos seus gastos mensais. Dessa forma, uma boa reserva financeira deve conter o suficiente para cobrir de 3 a 6 meses de todas as suas despesas em situações normais.

O tamanho da poupança dependerá de seus gastos e do risco financeiro de sua profissão ou ocupação. Por exemplo, se você é profissional autônomo ou está começando um negócio, é preciso prever crises e dificuldades financeiras e, por isso, sua reserva de emergência deverá ser mais robusta.

3. Seja cauteloso

Que atire a primeira pedra quem nunca comprou alguma coisa da qual não precisava por impulso! O apelo consumista faz com que sejamos influenciados, o tempo todo, a comprar itens completamente supérfluos e de pouca durabilidade. Supermercados, lojas e shopping centers são estruturados para que os consumidores comprem de maneira irrefletida.

Para não cair nessa armadilha, jamais compre sem antes pensar bastante. Faça um exame de consciência e pergunte a si mesmo:

  • Estou realmente precisando disso?
  • Vou contrair novas dívidas ao comprar esse produto?
  • O custo-benefício da marca vale a pena? Há outras opções mais baratas?
  • Posso reaproveitar algum objeto que já tenho para atingir os mesmos resultados?

Caso chegue à conclusão de que realmente a aquisição do produto ou a contratação do serviço é necessária, não deixe de pesquisar preços e, se possível, pedir descontos e optar pelo pagamento à vista.

4. Gaste menos do que você ganha

Por mais óbvia que essa lição pareça, ela não é observada pela maioria das famílias brasileiras. De acordo com a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) 2008-2009 realizada pelo IBGE, 68,4% dos lares brasileiros apresentam despesas mensais superiores aos rendimentos da família.

Segundo essa mesma pesquisa, um dos principais motivos que levam às pessoas a gastarem mais do que ganham é o desejo de viverem em um padrão de vida incompatível com o que seus rendimentos sustentam. O anseio por status e pelas aparências que objetos caros parecem proporcionar fazem com que as dívidas familiares acabem virando uma verdadeira bola de neve.

Assim, antes de investir seus recursos na compra de um carro de luxo ou em um apartamento na praia, por exemplo, observe se os gastos com esses itens não prejudicarão o seu orçamento do mês de forma desproporcional. Lembre-se de que o seu salário deverá dar conta de inúmeras despesas, e esses luxos são completamente dispensáveis.

5. Trace metas e objetivos financeiros

Administrar dinheiro poderá ser uma tarefa extremamente penosa se você não tiver motivação para isso. Afinal, somos incentivados a viver apenas o presente, comprando e consumindo objetos que nos possibilitem prazeres momentâneos.

Entretanto, para conquistar sonhos maiores e desfrutar de certa tranquilidade financeira, é preciso abrir mão de algumas futilidades e focar os propósitos do futuro. Somente com objetivos e metas bem definidas será possível economizar dinheiro e colher seus frutos.

Para isso, comece escrevendo em uma folha de papel o que você deseja conquistar até o fim do ano, nos próximos 5 anos e daqui a 20 anos. Esses serão seus objetivos em curto, médio e longo prazo. Definidos os objetivos, comece a quantificá-los:

  • Quanto custará esse sonho?
  • Quais despesas supérfluas posso cortar para juntar mais recursos?

Ao realizar esse exercício, ficará mais fácil estabelecer um planejamento financeiro eficaz e evitar tentações consumistas. A tendência é que, antes de comprar algo, você reflita:

  • Esse objeto faz parte do meu objetivo?
  • Estarei mais longe de conquistar o meu sonho se eu gastar esse dinheiro agora?

6. Registre todas as suas despesas

Você já teve a sensação de ter gasto todo o seu dinheiro e não saber para onde ele foi? Essa impressão do dinheiro não ter rendido é muito comum e acontece com praticamente todo mundo. Assim, para solucionar a falta de controle sobre seus rendimentos, é necessário, em primeiro lugar, anotar todos os seus gastos, por mínimos que sejam.

Crie o hábito de registrar em tempo real todas as suas despesas. Dessa forma, no final do mês, será possível separar seus gastos por categorias e estabelecer quais são os seus pontos fracos. Já existem inúmeros aplicativos para celular que são excelentes aliados nessa missão e, inclusive, montam gráficos que mostram onde você gastou mais dinheiro no mês.

7. Invista o seu dinheiro

O último — e mais importante — passo para administrar dinheiro de forma correta é saber como guardar seus recursos para que eles conservem o poder de compra e trabalhem a seu favor.

No Brasil, há um mito de que investir dinheiro é difícil e é algo restrito a investidores com grandes volumes de capital. Esse pensamento faz com que as pessoas insistam em guardar dinheiro em contas-correntes ou na poupança, e seus rendimentos sejam inferiores à inflação.

Entretanto, começar a investir é mais fácil do que parece. Com a internet, é possível comprar ativos com condições interessantes e rentáveis no conforto de casa. As corretoras oferecem opções para todos os bolsos e objetivos: há ativos para investidores mais conservadores, com pouco dinheiro e para aqueles com perfil mais arrojado e que suportam um risco maior.

 

 


 


Conheça todo potencial da Noslidam

A importância de palestras motivacionais para empresas e funcionários

Benefícios, comissionamento, bônus, participação nos lucros, planejamento de carreira, reconhecimento e status são alguns aspectos essenciais para manter a motivação dos colaboradores de uma empresa. Vale destacar que a motivação é fundamental para que o funcionário utilize todo seu potencial para alcançar resultados cada vez melhores para a empresa.

Nesse contexto, as palestras motivacionais são ferramentas que têm ganhado destaque nas empresas que se preocupam em manter seus colaboradores motivados e, com isso, aumentar a performance, integrar equipes e alcançar resultados.


Pense Nisso!

 

 

Principais temas abordados em palestras motivacionais

As palestras motivacionais geralmente abordam temas relacionados ao desenvolvimento profissional e pessoal. Além de motivar, essas atividades ampliam a percepção e as competências pessoais, refletindo diretamente no nível de produtividade e lucratividade.

Dentre os temas mais abordados nas palestras motivacionais, podemos destacar:

– Liderança;

– Relações interpessoais;

– Foco nas metas e objetivos da equipe e da empresa;

– Aspectos comportamentais;

Desenvolvimento de habilidades;

– Aprimoramento de competências;

– Descoberta de novas capacidades;

– Ética e postura;

– Inteligência Emocional.

As palestras motivacionais para empresas e funcionários, portanto, agem muito além de questões profissionais, uma vez que desenvolvem habilidades emocionais que refletem em todas as áreas da vida.

Desenvolver e manter um relacionamento interpessoal positivo entre os colegas, superiores e clientes é a chave para um ambiente de trabalho positivo e capaz de alcançar o sucesso. As palestras motivacionais e os treinamentos de Inteligência Emocional para empresas desenvolvem a habilidade emocional dos colaboradores, levando-os a se tornarem mais equilibrados, satisfeitos e comprometidos com os resultados da empresa.

Benefícios das palestras motivacionais

As empresas podem melhorar diversos aspectos internos ao investirem em palestras motivacionais. Empresas que aplicaram palestras motivacionais com foco no desenvolvimento pessoal, emocional e profissional, puderam observar as seguintes mudanças e benefícios:

– Maior engajamento dos colaboradores;

– Melhor clima organizacional;

Maior disposição dos colaboradores para contribuir com novas ideias;

– Aumento da produtividade e lucratividade;

– Diminuição dos conflitos internos;

– Motivação das equipes participantes;

– Clareza nas metas e objetivos das equipes;

– Desenvolvimento da comunicação interpessoal;

– Lealdade e comprometimento dos colaboradores com a empresa;

–  Aumento do poder de decisão dos líderes;

– Maior entusiasmo, disposição e companheirismo no ambiente de trabalho;

– Vivência prática efetiva do espírito de equipe.

 

Temas das Palestras oferecidas pela Noslidam:

 

Educação e Valores Fazem Parte Para o Sucesso

( Motivação)

 

Atitudes que Mudam Nossas Vidas

(Responsabilidade Social)

 

Como Conquistar a Qualidade de Vida com Sucesso

(Qualidade de Vida)

 

Como trabalhar sua Inteligência Emocional

(Inteligência Emocional)

 

Como se dar bem no Ambiente de Trabalho

(Relação Interpessoal)

 

Acidente não escolhe local no Lar X Trânsito X Trabalho

(Segurança)

 

Depressão X Alcoolismo X Tabagismo X Dst X Aids

(Cuidando da Saúde)

 

Como Lidar com as Dividas

(Saúde Financeira)

 

Seja prudente no trânsito

(Direção defensiva)

 

Duração da palestra: 50 minutos aproximadamente

 

Comece ou encerre sua Sipat com chave de ouro.

 

Conheça todas as Palestras disponíveis AQUI

 

Ação Social - Projeto Há Esperança

 

Ação Social

Noslidam Palestras e Treinamentos faz parte de um trabalho social em Campinas,

com famílias e moradores de rua.

 

https://www.facebook.com/phecampinas/

 

Doações:

Projeto Há Esperança

Banco: Itaú

Agência 4271 conta 25793-5 

CNPJ 25.099.266/0001-64

Contato:  (19) 98286-7095 (WhatsApp) Robson

 

 

 

LIVROS


AUTO ESTIMA - CORAGEM - FÉ - MOTIVAÇÃO PARA VIDA

HENRIQUE DANIEL DA COSTA (Tatão)

BIOGRAFIA

Nasceu dia 15/05/1976

Devido a um parto demorado, passando da hora , faltou oxigênio no cérebro.

Causando assim falta de coordenação motora total.

Mas com muita FÉ em Deus, não afetou o intelectual dele.

Assim ele aprendeu a ler e escrever,

PORÉM com um PONTEIRO NA CABEÇA.

Obs. Quem quiser conhecer pessoalmente ele está todos os dias na barraca de

CALDO DE CANA DO TATÃO, onde sua mãe trabalha. 

Fica em LEME SP sentido capital (Via Anhanguera) SP 330 

 

Vamos ajudar 

 

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Conheça um pouco mais sobre a Noslidam Palestras Treinamentos


É uma empresa que desde 2012 se destaca no mercado por valorizar e oferecer o que há de melhor e atual em atividades inovadores e criativas para os programas de Sipat,Treinamentos e Cursos.

Desde sua fundação, o cuidado com cada cliente, atendimento personalizado e dedicado faz com nossa empresa consiga atender empresas de todos os segmentos e portes com muita eficácia, sempre respeitando e valorizando o maior patrimônio de nossos clientes e parceiros.


Nossa Missão


Gerar serviços na área de saúde e segurança no trabalho, com a máxima qualidade, para que nossos clientes possam informar, aperfeiçoar, motivar e promover a saúde e o bem estar de seus funcionários.



Nossa Visão


Ser uma consultoria reconhecida pelo mercado em excelência para atividades da Sipat,Treinamentos e Cursos.



Nossos Valores


    EXCELÊNCIA com simplicidade
    COMPROMETIMENTO com todos os serviços que oferecemos
    HONESTIDADE com as informações, negociações e parcerias
    RESPEITO a todos que se beneficiam do nosso trabalho


Nosso Objetivo

Levar a melhor informação com objetivo ideal, e o mais importante um preço competitivo tornando nosso trabalho acessível à empresa de pequeno, médio e grande porte.

Entre em contato conosco e conheça mais sobre nossas atividades!

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Campinas SP

 

 

 

 

Treinamentos que ajudam a todos a encontrar seu verdadeiro potencial

Qual é o fator decisivo para sua FELICIDADE?


Quantas coisas em sua vida pessoal ou profissional você quer mudar, sabe o que fazer, mas continua repetindo as mesmas experiências? Quantas vezes você prometeu para si mesmo, ou para alguém, que iria mudar determinado comportamento, mas que em poucas horas repetiu o mesmo “erro” ?


O que vem 
impedindo você de mudar o que realmente quer na sua vida?

 

Treinamentos e Cursos 

 

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